domingo, 13 de agosto de 2017

We have no more beginnings: there is a house in New Orleans, not the one you've heard about I'm talking about another house

Para quem precisasse de mais razões para gostar do Robert Mitchum, há um disco com este título


O poder da significação

Avistar matrículas NU obsequia-me um prelúdio de ponta.

(e só agora me dou conta de que a presciência lúbrica e/ou jocosa do espírito regulador que viceja em qualquer espelunca habitada por um director-geral terá provavelmente coarctado (como gostaria de ler as actas dessa reunião) a lógica possibilidade alfabética do avistamento de matrículas CU por essas faixas de rodagem afora. 
Talvez seja pelo melhor...)

#hermenêutica


Estava aqui a fingir que leio Os Últimos Dias da Humanidade (foda-se, nunca mais...), e sem misturar o Karl Kraus com isto, mas aproveitando a deixa: tanta discussão em torno das raízes históricas/culturais/filosóficas do nazismo, e já alguém ressalvou a proximidade fonética - e consequente associação semântica (propriedade transitiva, sistema linguístico, Saussure e tal: cientificamente provado) - na língua alemã (particularmente se pronunciada com sotaque escocês) entre "humanidade" e "merda de homens"? É por estas e por outras que o fascismo não morre.

The fun kind of anti-semitism

Estava aqui para me suicidar, mas agora vou comer uma banana

Dei-me conta esta semana que a semana passada o crítico gastronómico do Expresso asseverou que há blogs que servem para mais do que "afagar egos deprimidos"

Eu sei, estou tão atónito quanto vós.