terça-feira, 6 de dezembro de 2005

"Ofício de viver"

Desilude-se o crente expectante da absoluta metafísica inspiração. Carece-se também respirar ou ter respirado outros ares para emergirem certos (a Emily não é práqui chamada) caracteres prenhes de desacorrentados sentidos. Não há verbo para a vida sobreposta às águas estagnadas.
Curiosa transmutação para sopros que pretenderam outro alcance: o corpo a estiolar nas margens do vácuo assoberbante do ecrã negro.

2 comentários:

Anónimo disse...

Dada a impossibilidade de qualquer comentário razoável às suas colocações, recolho-me ao insignificante silêncio.

julinho disse...

Dada a impossibilidade de qualquer colocação razoável face ao seu comentário, direi apenas que o silêncio, ainda para mais quando anunciado, é significante. Pelo que agora terei que ficar ponderando no que ele quer exprimir...