quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

Pôr-se a jeito

Na dança das categorias de apreensão (e largamente constitutiva legislação da validade) auditiva, manifestar apreço publicamente por algo que recaia em caixas classificatórias como qualquer coisa tipo "progressivo italiano" (porque independentemente da relevância descritiva, as categorias ainda mais obstam à já limitada liberdade da audição descomprometida na formatação auditiva de cada um) é estar a pedir com todas as letras para não ser levado a sério para todo o sempre na matéria.
Seja. Ou porque a fruição de certos objectos suplante o escárnio, ou porque certos opróbrios de apriorismos paridos são mais coroas de glória que imputação de vergonha, sejam eles benvindos, se for o caso. Seria um (duplo) prazer.

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